terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Alguém aí já ouviu falar em HINDRA?
Logo, logo todos irão conhecer esse lugar cheio de mistérios, para onde a jovem LIAH SVEN é mandada. Sua missão? Salvar o lugar de um tirano maldito que assassinou covardemente seu pai, o Rei Gavin.
Desabafo
O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que
acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. Conheci poucas em meus 31 anos de vida. Algumas ainda permanecem ao meu lado. Outras, a vida levou.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. Conheci poucas em meus 31 anos de vida. Algumas ainda permanecem ao meu lado. Outras, a vida levou.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Tomar um ONIBUS é uma arte

Tomar um ônibus
numa cidade grande como Belém pode ser uma arte. Dolorosa e cruel na maioria
das vezes, mas ainda assim, uma arte. Você levanta cedo (às vezes antes mesmo
do galo cantar) e, ainda no escuro, sai tateando o caminho até o banheiro,
rezando para não bater aquele seu pé cuja unha está mortalmente encravada numa
parede qualquer.
Só quando a água fria sacode seu
espírito, é que você se dá conta de que realmente acordou. E de que lhe restam
poucos minutos para chegar à parada na hora exata em que o seu ônibus costuma
passar. Em Belém, algumas linhas de ônibus são como o Cometa Halley, se você
perder, leva um tempão até que passe outro.
Você sacrificou seu café da manhã e
nem teve tempo de ligar a TV para saber das primeiras notícias do dia. Mas, às
seis e meia em ponto, lá está você em ponto de bala, pronto para ir ao
trabalho. O ônibus se aproxima, mas, sem motivo algum, passa direto por você e
por todas as outras pessoas que também o aguardavam. Você fica triste, já que
ele vinha vazio. Todos ali ficam desnorteados. Mas ninguém tem tempo para
desanimar. Por sorte, outro ônibus da mesma linha se aproxitmava. Lotado, como
era de se esperar.
Depois do empurra-empurra inicial,
você consegue se espremer até chegar à roleta. Enquanto faz malabarismos dignos
do Circo de Soleil, uma mulher grande e nada leve pisoteia seu pé (aquele da
unha encravada!). Urrando de dor, você se arrasta até o fim do ônibus, onde um
assento vazio brilha em meio aquela escuridão. Mas, quando você se aproxima, vê
que o banco está sujo de algo verde e gosmento (talvez vômito de criança).
Meio sem jeito, mas exercendo seu
papel de bom cidadão, você cede seu lugar a ele. De volta ao corredor do
ônibus, a gorda que esmagara seu pé da primeira vez volta a cruzar o seu caminho.
Mas o pé que sofre o dano agora é o outro, que ainda estava inteiro.
Você chega ao trabalho já cansado.
Definitivamente, tomar um ônibus é uma arte.
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